Deparo-me sem perceber com a capacidade da fala, não deveria me assustar tanto já que me falaram tanto de tal e o mal incondicional que o faz!
Não escuto, abaixo o olhar como de costume, sorrisos e sorrisos em vão, brincadeiras brancas como a nuvem me traz conflitos, resultando caras fechadas, sorrisos censurados e olhares calculadamente encontrados, segundos que duram horas!
Fotografias que desesperam corações, que traz a tona à arte da digitalização, que me envolve com pensamentos e diálogos imaginários q nunca serão falados por minhas marionetes existentes!
Levanto a cabeça, sorrisos e sorrisos em vão.
Gargalhadas que provocam barulho incômodo á quem escuta!
Palavras; dentro da boca a língua sobe e desce expressando opiniões, causas e coisas!
Perguntas feitas por mim respondidas por mim mesma num quarto branco, frio, sozinha; penso.
Abaixo a cabeça, brinco com o cabelo com os braços e num golpe me vejo deitada.
Penso, penso, não consigo concluir nada.
Letras, palavras, frases e livros me acompanham no resto da madrugada!
E as palavras de dentro continuam lá, intactas.
Levanto-me e faço o preto ser predominante no quarto, iluminada apenas por uma luz de fora, escutando os barulhos que a noite faz para seus telespectadores e, como mais uma, tento apenas escutar, o silêncio tanto como o escuro predomina.
Fecho os olhos, sorrisos e sorrisos em vão.
Não assisto mais meus sinais.
Durmo.
Não escuto, abaixo o olhar como de costume, sorrisos e sorrisos em vão, brincadeiras brancas como a nuvem me traz conflitos, resultando caras fechadas, sorrisos censurados e olhares calculadamente encontrados, segundos que duram horas!
Fotografias que desesperam corações, que traz a tona à arte da digitalização, que me envolve com pensamentos e diálogos imaginários q nunca serão falados por minhas marionetes existentes!
Levanto a cabeça, sorrisos e sorrisos em vão.
Gargalhadas que provocam barulho incômodo á quem escuta!
Palavras; dentro da boca a língua sobe e desce expressando opiniões, causas e coisas!
Perguntas feitas por mim respondidas por mim mesma num quarto branco, frio, sozinha; penso.
Abaixo a cabeça, brinco com o cabelo com os braços e num golpe me vejo deitada.
Penso, penso, não consigo concluir nada.
Letras, palavras, frases e livros me acompanham no resto da madrugada!
E as palavras de dentro continuam lá, intactas.
Levanto-me e faço o preto ser predominante no quarto, iluminada apenas por uma luz de fora, escutando os barulhos que a noite faz para seus telespectadores e, como mais uma, tento apenas escutar, o silêncio tanto como o escuro predomina.
Fecho os olhos, sorrisos e sorrisos em vão.
Não assisto mais meus sinais.
Durmo.
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